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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Conheça o nosso vencedor do Primeiro Desafio do Blog dos Geminianos! E fique ligado nos nossos próximos desafios, o próximo vencedor pode ser você! Siga os nossos blogs e curta a nossa página para ficar sabendo dos desafios!


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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Vem aí!


Esse não vai ter enigma, não! Vai ser fácil, fácil! Participe! Aberto a todos os signos!

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Hoje é Dia do Orgulho Nerd!

Em comemoração a esta data, vamos trazer imagens de alguns adeptos do cosplay – dos indivíduos mais dedicados aos mais sem noção, dos rigorosos aos engraçados – categorizados em cada blog de acordo com alguma característica do signo.

Em Câncer, conheça alguns cosplayers FAMÍLIA.









































Conheça os cosplays dos outros signos:









Blog dos Sagitarianos


Blog dos Arietinos

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Faleceu hoje Chris Cornell (20/07)...





... de causa ainda desconhecida, mas suspeita-se que tenha cometido suicídio.





O Blog dos Cancerianos homenageia esse grande músico postando aqui sua certeira opinião a respeito do fenômeno do grunge, que surgiu no fim da década de 80:


“Não tínhamos ambição. Éramos membros da classe operária e utilizávamos nosso salário para subsidiar nossa música, comprar guitarras, cordas, pedais wah-wah. Ninguém ia até Seattle para assinar com bandas. Portanto, a ausência do fascínio pelo sucesso levou a uma efusão genuína da inspiração musical. Não havia distrações.”





Ouça agora Chris Cornell cantando "Black Hole Sun", talvez o maior sucesso do Soundgarden:




Veja o que já publicamos sobre Chris Cornell aqui.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Cancerianos têm uma grande capacidade de amar, são protetores e amigos fiéis.


Para ilustrar como tudo isso era bem verdade na personalidade de Robin Williams (21/07), contaremos um fato que talvez muitos não saibam.




Williams era filho de um executivo sênior da Ford e de uma ex-modelo. 





Pode ser difícil de acreditar, mas o próprio ator contava que era muito quieto e tímido na infância, e que isso só mudou quando ele se envolveu com o teatro na escola. Ele se destacou nos estudos com excelentes notas, foi eleito presidente da turma e também não fazia feio nos esportes, tendo jogado futebol americano e feito luta-livre. 





Ao se formar no colégio, em 1969, foi votado como o "mais engraçado" pelos colegas e também, curiosamente, "como o mais provável a não ter sucesso na vida".





Depois de largar a faculdade de Ciências Políticas no Claremont McKenna College, na Califórnia, Williams estudou teatro por três anos no College of Marin, idem, onde quase matava os colegas de tanto rir. 





Em 1973, ele fez testes para obter uma bolsa de estudos na prestigiosa Juilliard School, em Nova York, considerada a melhor do mundo na área de artes performáticas. Ele foi um dos apenas 20 estudantes selecionados entre 2000 e não foi só isso: também foi um dos dois únicos a serem aceitos por John Houseman no Programa Avançado naquele ano. O outro foi Christopher Reeve, de quem todos se lembram como Super-Homem. 







Os dois chegaram a ter várias aulas em que eram os únicos alunos, inclusive o curso de sotaques, em que Williams quase enlouqueceu a professora, já que conseguia pular do escocês para o irlandês, inglês, russo e italiano alternadamente numa velocidade frenética, com a maior facilidade. O que ela poderia lhe ensinar?





E esse foi o início de uma longa amizade.

















Em 1995, Reeve sofreu uma queda numa competição de equitação e fraturou as duas primeiras vértebras cervicais, tornando-se tetraplégico. Sua esposa, a atriz Dana Reeve, com quem tivera o filho Will (Christopher tinha outros dois filhos de uma união anterior) passou então a cuidar exclusivamente do marido. 




Depois de muita luta por melhorias nas condições de pessoas com algum tipo de paralisia e por mais pesquisas com células-tronco, e de superar inúmeras intercorrências graves, Reeve acabou falecendo em outubro de 2004 devido a um infarto ocasionado por uma infecção. Dois anos depois, foi a vez de Dana, que sucumbiu a um câncer de pulmão. Desde o acidente de Reeve, Williams sempre pagou muitas de suas contas médicas e deu apoio financeiro à sua família.








O que muitos não sabem é que o casal escolheu Williams como tutor de Will – isso diz muito sobre o seu grande caráter, não? – e o ator o criou como seu próprio filho, chegando, inclusive, a adotá-lo legalmente.




domingo, 14 de maio de 2017

Para comemorar o Dia das Mães, nossos blogs irão relembrar algumas das mães mais comoventes, esquisitas ou engraçadas do cinema.


Representantes de Câncer:


Kristen Bell (18/07) é uma das quatro mães subversivas que resolvem "tirar umas férias" de suas obrigações e se comportar como adolescentes rebeldes em Perfeita é a Mãe. Como será que isso termina?


Perfeita é a Mãe (2016)


Clique no cartaz para assistir ao filme dublado.


Lindsay Lohan (02/07) é uma adolescente de 15 anos que não consegue entender sua mãe (Jamie Lee Curtis), que trabalha demais e está prestes a "substituir" seu falecido pai por um novo marido. Até que as duas comem uns biscoitinhos da sorte num restaurante chinês e amanhecem com os corpos trocados.


Sexta-feira Muito Louca (2003)



Clique no cartaz para assistir ao filme dublado.



Assista a outros filmes do nosso Especial "Dia das Mães":

Librianos

Geminianos

Leoninos

Virginianos

Aquarianos

Escorpianos

Piscianos

Sagitarianos

Taurinos

Capricornianos

Arietinos

segunda-feira, 1 de maio de 2017


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O enigma do Primeiro Desafio do Blog dos Taurinos já está no ar! Não é preciso ser taurino para participar, o desafio é aberto a todas as pessoas de qualquer signo. Entre no blog e mostre que você é fera!

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Vem aí!




Está preparado?


Dia 01/05, às 20hs, no Blog dos Taurinos. Todo mundo pode participar, de qualquer signo! O vencedor leva o prêmio!


Conheça os vencedores dos nossos desafios anteriores.

Primeiro Desafio do Blog dos Aquarianos

Primeiro Desafio dos Blog dos Piscianos

domingo, 23 de abril de 2017

ESPECIAL 2 em 1!

Além da série "encontro em cena" de... (1)

... cancerianos:



Sylvester Stallone (06/07) e Milo Ventimiglia (08/07) em Rocky Balboa.


... inauguramos aqui a nossa nova série "Grandes lições do cinema sobre a vida" com Sylvester Stallone.



Veja encontros em cena de outros signos:












Sagitarianos

Arietinos

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nossa lojinha www.arte3f.com.br que colocamos no ar para ajudar a manter os blogs está com promoção:



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Nesta Sexta-Feira Santa...




... os nossos blogs trazem um especial sobre a ópera-rock Jesus Cristo Superstar, destacando em cada um dos signos um aspecto diferente da obra, seja o álbum duplo que deu origem a tudo, as montagens teatrais que até hoje são realizadas, ou, principalmente, o filme. Então, vale a pena percorrer todos, pois, para aqueles que já conhecem o musical, a lembrança será oportuna e apreciada; para os que ainda não o conhecem, nossos blogs têm muito orgulho de lhes apresentar esse grande momento da música!

  
Andrew Lloyd Webber (à esquerda) e Tim Rice.


Concebido nos anos 70, o álbum conceitual da dupla Andrew Lloyd Webber e Tim Rice parecia já imbuído de sua importância e atemporalidade. Sim, pois diferente de outros frutos nascidos sob a influência do flower-power, da contracultura e do movimento hippie, como o musical Hair, por exemplo, JCS não ficou datado. Escutamos ou assistimos à obra hoje sentindo o mesmo impacto e admiração que ela causou quando foi lançada. A música de Andrew Lloyd Webber é excepcional e as letras de Tim Rice continuam ferinas, precisas e surpreendentes, com tamanho poder de síntese da verdadeira essência dos Evangelhos, que nem mesmo os mais conservadores conseguem rejeitar o musical como sacrílego, não importando a irreverência e as liberdades tomadas, pois a figura de Cristo acaba sendo mostrada em sua serena grandeza e autoridade com muito mais força do que em encenações mais convencionais e certinhas. No filme, isso é ainda mais acentuado pela comovente interpretação de Ted Neeley.




O libreto, permeado de anacronismos intencionais, gírias e comportamentos e ótica contemporâneos, centra-se nos últimos sete dias da vida de Jesus, começando com os preparativos para sua entrada triunfal em Jerusalém, no Domingo de Ramos, e termina com a crucificação, tudo isso contado do ponto de vista de Judas Iscariotes, retratado como uma figura trágica, insatisfeito com o fato de Jesus não aproveitar sua popularidade para encabeçar uma rebelião contra os romanos.




Tanto no álbum como no filme, Carl Anderson brilha como Judas, que é o fio condutor e, em última análise, o verdadeiro protagonista. Então, é de se ressaltar a importância do fato de o papel ter sido dado a um ator negro. Fosse hoje em dia, onde a preocupação com o politicamente correto leva, às vezes, ao efeito contrário do desejado, o papel de Judas, o traidor, jamais seria oferecido a um ator/cantor negro, por medo de que a opinião pública achasse que seria racismo. Naquela época, quando a geração hippie genuinamente vivia a igualdade entre todos, a parte de Judas foi oferecida a Carl Anderson sem segundas considerações simplesmente porque ele era um soberbo tenor e um intérprete cheio de nuances e da intensidade que o papel pedia. Certamente não fariam isso nos dias de hoje, e seríamos privados de sua atuação. Esse rolo compressor do “politicamente correto” cerceia muitos atores negros atualmente, já que quase nunca são chamados para papéis de vilões, perdendo grandes oportunidades. Só nomes muito consagrados como Morgan Freeman e Samuel L. Jackson, por exemplo, fogem a essa regra não escrita, mas amplamente praticada. Tanto é, que em filmes e seriados de suspense, o culpado praticamente nunca será o suspeito negro e, como o público já sabe disso, o número de suspeitos para ele é reduzido logo de cara e o mistério também. E isso resulta em racismo, da mesma forma, pois atores negros são chamados sempre para papéis muito dignos de médicos ou juízes, mas que na trama não têm a menor importância. Isso sim é racismo! Então, que bom que Jesus Cristo Superstar é de 1970 e nós hoje podemos nos deleitar com o show de Carl Anderson interpretando o maior vilão de todos os tempos.


***





Saiba mais sobre o diretor de Jesus Cristo Superstar, o canceriano Norman Jewison (21/07):

Jesus Cristo Superstar foi o primeiro filme baseado numa peça que por sua vez foi baseada num disco. Qual seria a melhor maneira de transpor o musical para as telas? O diretor Norman Jewison, que vinha de um grande sucesso de crítica e público com sua adaptação para o cinema de outro famoso musical da Broadway, Um Violinista no Telhado, resolveu experimentar e aproveitar a estética hippie, tirando partido do anacronismo presente em alguns versos e da máxima de que menos é mais. Se, por essa ótica, roupas e adereços não precisavam ter compromisso com o realismo nem com a História, que melhor maneira de situar o espectador e remeter diretamente à Bíblia do que filmar em locação, na própria Terra Santa? Equipe e atores chegaram em Israel muito tempo antes do início das filmagens, para se aclimatarem ao calor escaldante (48 graus à sombra!) e, os últimos, para adquirirem o bronzeado que lhes seria natural se houvessem vivido toda a vida lá.





Os bailarinos começavam sua rotina com aquecimentos seguidos de ensaios dos números musicais ainda no interior do hotel para só depois, gradualmente, começarem a enfrentar o sol inclemente. O equipamento era transportado até as distantes locações por camelos e jumentos e os atores e bailarinos que ficavam a maior parte do tempo debaixo do sol, às vezes sob quilos de veludo, como Barry Dennen, que interpretou Pôncio Pilatos, ou os soldados, com capacetes de metal, precisavam ingerir cada um pelo menos cinco litros de água por dia para se manterem hidratados.






Jewison tinha plena consciência de como o calor afetava o elenco e tomava cuidado para não expô-lo além da conta. Mas o que mais marcou os atores em seu modo de dirigir foi a liberdade geral que ele lhes dava. Não que suas orientações não fossem detalhadas e precisas, explicando-lhes como as cenas se encadeariam e o que desejava de cada um. Entretanto, o que sempre lhes recomendava era que mantivessem um clima de comemoração permanente entre eles e, acima de tudo, sentissem seus personagens em vez de racionalizá-los.








 


 


 E como canceriano que era, bem ciente do poder dos vínculos nas inter-relações humanas, Jewison tratou de dividir os atores em grupos fora das filmagens: os que interpretavam os partidários de Judas não confraternizavam com os que faziam os apóstolos mais próximos de Jesus, artifício que se refletia e funcionava bem quando eles iam para diante das câmeras.





Outro aspecto explorado por Jewison e que acabou por conseguir que o filme transborde de emoção foi a ênfase no lado humano de Jesus, mais do que em sua divindade. Antes de aproximar o público da figura de um Jesus vulnerável e sobrecarregado por um fardo que parece ser grande demais para os seus frágeis ombros, embora mesmo assim ele persevere até o fim, para angústia e perplexidade de seus mais chegados seguidores, o diretor tratou de aproximar primeiro os colegas de elenco dessa fragilidade manifestada no próprio intérprete de Jesus. Daí o resultado obtido ser tão crível que na cena da crucificação muitos atores choraram genuinamente.





Ao longo de sua carreira, esse diretor canadense nascido em Toronto recebeu três indicações ao Oscar de Melhor Diretor (por No Calor da Noite (1967), Um Violinista no Telhado (1971) e Feitiço da Lua (1987) e três indicações ao Globo de Ouro de Melhor Diretor por No Calor da Noite (1967), Um Violinista no Telhado (1971) e Hurricane – O Furacão (1999). Atualmente com 90 anos, Jewison retirou-se do cinema, sendo que sua última realização foi o filme de 2003 A Confissão, com Michael Caine.




Curiosidade: numa região próxima ao Mar Morto, em que não chovia há anos, a equipe e atores haviam filmado pela manhã a cena de Jesus expulsando os vendilhões do Templo e voltaram para o hotel de ônibus a fim de esperar o crepúsculo para rodar a cena da crucificação. Da janela do veículo, ao longe eles podiam ver a cruz já montada. Quando, ao entardecer, rumaram para lá e começaram a preparar a cena, amarrando Ted Neeley à cruz e suspendendo-a, o céu começou a escurecer e o vento, a soprar furiosamente, prenunciando uma violenta tempestade. E, de fato, pouco depois começou a chover e não parou por três dias e três noites. Seria este um sinal de aprovação divina, uma alusão direta à Sexta-feira da Paixão? E esse, embora tenha sido o mais notável, não foi o único acontecimento do gênero que ocorreu durante as filmagens de Jesus Cristo Superstar.






Assista ao filme completo legendado:





Veja também:










Saiba mais sobre a Andrew Lloyd Webber (Blog dos Arietinos), o compositor da ópera-rock

Saiba mais sobre Josh Mostel e Ernie Cefalu (Blog dos Sagitarianos), respectivamente, o intérprete de Herodes e o designer da clássica capa do álbum